"O trabalho do professor se assemelha ao do beija-flor - às vezes passa despercebido, mas sem ele, muitas vidas deixariam de florescer".
Quero deixar nesse espaço alguns dos meus pensamento e de outros autores. Esses pesnsamentos vêm através dos momentos em minha vida. Momentos de reflexão e uma busca constante de malhorias. Ela se faz dentro de uma angustia reflexiva e solitária para que se possa alcançar o bem mais precioso que é a perfeição.
Estamos praticando nossas experiências e aumentando nossos aprendizados a cada momento. E podemos perceber que a discussão não se finda, ao contrário, ela cresce, aumentando ainda mais a sua grandeza. Nada é acabado e definitivo. Observamos que a educação é um processo de experiências e conhecimentos intermináveis. Quanto mais se questiona, mais horizontes nos são mostrados. Há uma beleza sendo revelada a cada instante diante da prática pedagógica. Aquele que não experimenta não aprende. Assim deve ser a educação colocada em exercício da experiência para torná-la em conhecimento.
Genioso é aquele que sabe transmitir os seus conhecimentos através das oportunidades e faz de suas experiências um aprendizado diário.
“Cantiga triste, pode com ela é quem não perdeu a alegria”
"De tudo ficaram três coisas:
a certeza de que estamos sempre começando...
a certeza de que é preciso continuar...
a certeza de que seremos
interrompidos antes de terminar...
Portanto devemos.....
fazer da interrupção um caminho novo...
da queda um passo de dança...
do medo, uma escada...
do sonho, uma ponte...
da procura... um encontro"
Vou iniciar o meu comentário ilustrando um pouco como começou o "movimento dos dekasseguis" como é chamada a vinda dos brasileiros para o Japão. Iniciou-se nos anos 90 com a era Collor. Brasileiros que vêm para buscar uma solução para seus problemas diversos, principalmente financeiros. Mas ao chegar ao Japão tem que enfrentar problemas como: saudade da família, discriminação, dificuldade no idioma, cultura e costumes diferentes etc. Muitos que vêm para o Japão eram donos de seu próprio negócio, formados, ex-donos de lavouras etc. E chegando ao Japão vão trabalhar nas fábricas ou serviços pesados que seja rejeitado pelos japoneses. Isso torna a vida no Japão mais difícil para adaptação. Geralmente essas pessoas acabam entrando num ciclo vicioso de vai e vêm. Elas vivem numa ponte-aérea do Brasil/Japão e Japão/Brasil. Guardam dinheiro para comprar a casa própria, montar um negócio próprio enfim ter mais tranquilidade financeira no Brasil. Mas nem sempre isso acontece e então elas acabam voltando para o Japão.
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